Sexualidade

Educação sexual
Somos alunos do 8ºD da Escola Básica e Secundária da batalha e no âmbito da disciplina de TIC e Cidadania criamos este site para a aprendermos a criar uma página web.
Escolhemos este tema para falar sobre estes temas de cidadania: saúde mental, Educação para a sexualidade, Prevenção da violência e afetos


Saúde mental

Saúde mental
A sexualidade é um tema constante de conversas, artigos em jornais e revistas, histórias do cinema e da televisão, capaz de provocar o riso, a dúvida, a vergonha, a curiosidade.
A sexualidade é habitualmente tida como um contacto entre pessoas que provoca um dado tipo de prazer (dito sexual) e que é base para a reprodução. Contudo, o sentido do que é sexual, erótico e íntimo pode abranger outros aspetos, de acordo com as múltiplas percepções existentes sobre este assunto.

TRANSTORNOS MENTAIS
Todos nós podemos ajudar
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Não estigmatizando;
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Apoiando;
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Reabilitando;
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Integrando

AFETOS E EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE
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A informação sobre sexualidade é essencial na educação para a saúde. Assim, com vista a uma vida saudável em sociedade, os jovens devem adquirir conhecimentos e desenvolver atitudes e comportamentos nesta área.
A educação sexual em meio escolar tem caráter obrigatório e destina-se a todos os alunos que frequentam estabelecimentos de ensino básico e secundário da rede pública e os estabelecimentos da rede privada e cooperativa com contratos de associação, do território nacional.
As Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST) podem trazer graves problemas de saúde e ainda aumentam a possibilidade de contrair o VIH. Por isso, a prevenção das IST é muito importante.
Entre as IST, o VIH/Sida é, dado o seu caráter pandémico, a que mais preocupação tem suscitado. A prevenção, sendo um fator determinante, é da maior importância no combate à infeção pelo VIH/sida.
Objetivos
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Contribuir para a melhoria dos relacionamentos afetivo-sexuais entre os jovens;
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Contribuir para a redução de possíveis ocorrências negativas decorrentes dos comportamentos sexuais, como gravidez precoce e infeções sexualmente transmissíveis (IST);
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Contribuir para a tomada de decisões conscientes na área da educação para a saúde - educação sexual.

Riscos
O não uso do preservativo e as relações sexuais associadas ao consumo de álcool ou drogas têm sido desde sempre considerados comportamentos sexuais de risco, em particular para os adolescentes. Participaram 5695 adolescentes, dos quais 46,1% são rapazes, com uma média de idades de 15 anos.
A maioria dos adolescentes são portugueses, frequentam o 8º ano, o 10º ano ou o 12º ano. As medidas incluíam perguntar sobre ter relacionamento amoroso, ter relações sexuais, idade da primeira relação sexual, uso do preservativo na última relação sexual, ter relações sexuais associadas ao álcool ou drogas, teste do VIH e vacina do HPV. Analisou-se género e o ano de escolaridade. A maioria mencionou não ter tido relações sexuais (77,0%). De entre os adolescentes que referiram já ter tido, mencionaram ter tido a primeira relação sexual aos 15 anos. Uma minoria significativa reporta não ter usado preservativo na última relação sexual (34,1%) e ter tido relações sexuais associadas ao consumo de álcool ou drogas (14,5%).
Verificou-se que são os rapazes que mais frequentemente usam preservativo, têm relações sexuais associadas ao consumo de álcool ou drogas e não têm a vacina do HPV. São os jovens mais novos, do 8º ano, que mais frequentemente têm relações sexuais associadas ao consumo de álcool ou drogas. Estes resultados podem ter implicações significativas na alteração das políticas de educação e de saúde, direcionando-as para o desenvolvimento de competências pessoais e sociais nas várias estruturas que servem de suporte de apoio aos adolescentes portugueses. Necessário reativar as campanhas de SIDA e a educação sexual em meio escolar dentro de um contexto de educação para a saúde.

PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA
Por prevenção da violência, poderá entender-se todas as iniciativas e esforços (privados e/ou públicos) que visam reduzir o risco de ocorrência de situações
de violência ou de crime, através da redução de fatores de risco e/ou da promoção de fatores protetores, e/ou que têm como propósito minorar os efeitos e
impactos da violência ou do crime nas pessoas e na sociedade. A prevenção assenta, portanto, na convicção de que o comportamento violento ou criminal
pode ser evitado ou remediado. As abordagens de prevenção podem ser categorizadas em diferentes níveis, tendo em consideração o momento em que a
intervenção é realizada:
• Prevenção primária: intervenção que tem como objetivo prevenir a violência antes da sua ocorrência, de forma e evitar o seu aparecimento.
• Prevenção secundária: intervenção destinada ao tratamento precoce e imediato de situações de violência já sinalizadas.
• Prevenção terciária: intervenção centrada na reabilitação e reintegração de pessoas com histórico de perpetração de violência, bem como na minimização
do impacto e do trauma associados a experiências de vitimação. A intervenção na prevenção pode também ser organizada de acordo com o grupoalvo de
intervenção:
• Prevenção universal: abordagem dirigida à população em geral, independentemente do nível de risco.
• Prevenção seletiva: abordagem destinada a pessoas/grupos considerados em maior risco de envolvimento em situações de violência, ou seja, que
apresentam um ou mais fatores de risco.
• Prevenção indicada: abordagem de intervenção junto de pessoas/grupos de alto risco com algum envolvimento em situações de violência, seja enquanto
vítimas e/ ou como agressores